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Claudemiro Godoy do Nascimento (claugnas null@null terra NULL.com NULL.br), filósofo e teólogo, mestre em Educação pela Unicamp, é professor da Universidade Estadual de Goiás.
Matéria (http://www NULL.salesianos NULL.com NULL.br/Subsidios_Poup NULL.asp?idsub=172) de 31/10/2006, extraída da ADITAL Agência de Informação Frei Tito para a América Latina: www.adital.org.br (http://www NULL.adital NULL.com NULL.br/site/index NULL.asp?lang=PT)
A educação pode contribuir para a construção de desenvolvimento com justiça social, centrado nas necessidades humanas e sem agressão ao meio ambiente. Daí a necessidade de uma "ecopedagogia" que nos ensina a viver de forma sustentável
A consciência ecológica levanta-nos um problema profundo e de uma vastidão extraordinária. Temos que defrontar com o problema da vida – bios – no planeta terra, o problema dessa sociedade pós-moderna – neoliberal ainda – e com o problema do destino do ser humano. Isto nos obriga a pensar a questão da própria orientação da chamada civilização ocidental. Nesta primeira década do século 21 somos chamados e chamadas a compreender que revolucionar, desenvolver, inventar, sobreviver, viver e morrer, encontra-se inseparavelmente ligado como já afirma Edgar Morin.Da minha aldeia vejo que a terra pode ver o Universo. Por isso, a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer. Segundo o poeta Fernando Pessoa nós, seres humanos, somos do tamanho daquilo que vemos e não do tamanho da nossa altura.
Neste sentido, gostaria de apresentar algumas reflexões que são resultados de debates organizados pelo Instituto Paulo Freire (IPF) sobre os novos paradigmas da educação. O objetivo é compreender melhor o papel da educação na construção de um desenvolvimento com justiça social, centrado nas necessidades humanas e que não agrida o meio ambiente, daí a necessidade de uma "ecopedagogia" que nos ensina a viver de forma sustentável. O educador Francisco Gutiérrez, diretor do IPF da Costa Rica, foi o primeiro a criar a concepção de ecopedagogia em 1992 por ocasião da ECO92 realizada na cidade do Rio de Janeiro.
Para se entender o que seja ecopedagogia, precisamos compreender o que vem a ser pedagogia e o vem a ser sustentabilidade. Francisco Gutiérrez e Daniel Prieto definem pedagogia como o trabalho de promoção da aprendizagem através dos recursos necessários ao processo educativo no cotidiano das pessoas. O cotidiano e a história fundem-se num todo. A cidadania ambiental local torna-se cidadania planetária.
Para ambos os autores, parece impossível construir um desenvolvimento sustentável sem uma educação para o desenvolvimento sustentável. Esse desenvolvimento sustentável requer quatro condições básicas para se efetivar no cotidiano das pessoas, a saber:
- que seja economicamente factível;
- que seja economicamente apropriado;
- que seja socialmente justo;
- e que seja culturalmente eqüitativo, respeitoso e sem discriminação de gênero.
O desenvolvimento sustentável, mais do que um conceito científico, é uma idéia-força e mobilizadora neste século 21 que se avança. As pessoas e a sociedade civil, em parceria com o Estado, precisam dar sua parcela de contribuição para criar cidades e campos saudáveis, sustentáveis, com qualidade de vida. Nesta perspectiva, conclui-se que não pode haver desenvolvimento sustentável sem uma sociedade sustentável, cujas características são:
- Promoção da vida para desenvolver o sentido da existência. Deve-se partir de uma cosmovisão que vê a terra como único organismo vivo. Na tradição indígena maia, ao invés de agredir a terra para conquistá-la, antes do arado para o cultivo, faz-se uma cerimônia religiosa na qual pedem perdão à Mãe Terra por ter que agredi-la com o arado para dela tirar o seu sustento.
- Equilíbrio dinâmico para desenvolver a sensibilidade social. Francisco Gutiérrez entende a necessidade do desenvolvimento em preservar os ecossistemas.
- Congruência harmônica que desenvolve a ternura e o estranhamento, ou seja significa sentir-se como mais um ser – embora privilegiado – do planeta, convivendo com outros seres animados e inanimados.
- Ética integral entendida como conjunto de valores – consciência ecológica – que dá sentido ao equilíbrio dinâmico e à congruência harmônica e capacidade de auto-realização.
- Racionalidade intuitiva que desenvolva a capacidade de atuar como um ser humano integral. A racionalidade técnica que fundamenta o desenvolvimento desequilibrado e irracional da economia clássica precisa ser substituída por uma racionalidade emancipadora, intuitiva, que conhece os limites da lógica e não ignora a afetividade, a vida, a subjetividade. O paradigma da racionalidade técnica, concebendo o mundo como um universo ordenado e perfeito, admitindo que é preciso apenas conhece-lo e não transforma-lo acaba por naturalizar também as desigualdades sociais.
- Consciência planetária que desenvolve a solidariedade planetária. Reconhecermos que somos parte da Terra e que podemos viver com ela em harmonia – participando do seu devir – ou podemos perecer com a sua destruição.
A palavra ecologia foi criada em 1866 pelo biólogo alemão Ernest Haeckel, como um ramo da biologia, para designar o estudo das relações existentes entre todos os sistemas vivos e não-vivos entre si e com seu meio ambiente. São quatro as grandes vertentes da ecologia, a saber:
- A ecologia ambiental – que se preocupa com o meio ambiente;
- A ecologia social – que insere o ser humano e a sociedade dentro da natureza e propugna por um desenvolvimento sustentável;
- A ecologia mental – que estuda o tipo de mentalidade que vigora hoje e que remonta a vida psíquica humana consciente e inconsciente, pessoal e arquetípica;
- A ecologia integral – que parte de uma nova visão da terra surgida desde os anos 60 do século 20 quando pôde ser vista de fora.
A ecopedagogia pode ser vista tanto como um movimento pedagógico e também como uma abordagem curricular. A ecopedagogia como movimento pedagógico pode ser entendido como um movimento social e político a partir da ecologia, pois surge no interior da sociedade civil e nas organizações populares por meio de educadores/as e de ecologistas, trabalhadores/as e empresários/as que se preocupam com o meio ambiente. Nestes tempos recentes, as ONGs é que estão se movimentando na busca por uma pedagogia do desenvolvimento sustentável, pois entendem que sem uma ação pedagógica efetiva, de nada adiantará os grandes projetos de despoluição da natureza e de preservação do meio ambiente.
A ecopedagogia como abordagem curricular implica numa reorientação dos currículos escolares para que incorporem certos princípios defendidos pelo movimento pedagógico. Os conteúdos curriculares têm que ser significativos para o aluno/a e somente será significativo para ele se tais conteúdos forem significativos para a saúde do planeta. Neste sentido, a ecopedagogia também serve para influenciar a estrutura e o funcionamento dos sistemas de ensino. Ela propõe uma nova forma de governabilidade diante da ingovernabilidade do gigantismo dos atuais sistemas de ensino.
Defende-se a idéia de que a ecopedagogia é uma pedagogia de educação multicultural. Porque ela não se dirige apenas aos educadores/as, mas aos habitantes da terra. Hoje, as crianças escolarizadas é que levam para os adultos em casa a preocupação com o meio ambiente. Assim, pode-se afirmar que a ecopedagogia está ligada a um projeto de desenvolvimento sustentável onde se pretende mudar as relações humanas, sociais e ambientais que existem hoje. É uma nova pedagogia dos direitos que associa os direitos humanos aos direitos da Terra.
Para se entender este movimento pedagógico é preciso relembrar momentos deste debate onde se pretende passar das questões de educação ambiental à ecopedagogia. A Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro, de 03 a 14 de junho de 1992, foi um evento paralelo ao Fórum Global 92. Neste fórum foi aprovada a Declaração do Rio, também chamada de Carta da Terra. Esta Carta constitui-se numa Declaração de Princípios globais para orientar a questão do meio ambiente e do desenvolvimento. Este evento ficou conhecido como ECO92.
A Rio+5 foi um novo fórum de organizações governamentais e não-governamentais realizado em março de 1997. Nessa conferência se discutiu muito a educação ambiental e se percebeu a importância de uma pedagogia do desenvolvimento sustentável ou de uma ecopedagogia. A ecopedagogia precisa trilhar ainda um longo caminho, não somente de debates acadêmicos, teóricos, mas precisa ser experimentado na prática.
Nosso futuro comum depende de nossa capacidade de entender hoje a situação dramática na qual se encontra o Planeta Terra devido a deteriorização do meio ambiente. Isto requer a formação de uma nova consciência planetária. Como diz Gutiérrez, existem duas pedagogias opostas, que são: a pedagogia da proclamação que não dá ênfase aos interlocutores enquanto protagonistas do processo. Por outro lado, a pedagogia da demanda, porque parte dos protagonistas e busca em primeira instância a satisfação das necessidades não-satisfeitas desencadeando um processo imprevisível, gestor de iniciativas, propostas e soluções. Os valores que devem sustentar a ecopedagogia são: sacralidade, diversidade e interdependência com a vida; preocupação comum da humanidade de viver com todos os seres do planeta; respeito aos direitos humanos; desenvolvimento sustentável; justiça, eqüidade e comunidade; prevenção dos danos causados. Neste sentido, todo homem e toda mulher é um educador e educadora, pois todos são protagonistas em cuidar do planeta Terra.
Portanto, qualquer pedagogia pensada fora da globalização e do movimento ecológico tem hoje sérios problemas de contextualização. O Estado pode e deve fazer muito mais para a educação ambiental. Todavia, sem a participação da sociedade civil e de uma formação comunitária para a cidadania ambiental, a ação do Estado será limitada. A ecopedagogia não quer oferecer apenas uma nova visão da realidade social do ecossistema, mas dar um novo sentido reeducativo no olhar e na leitura dessa realidade.
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(Uma Verdade Inconveniente)
Música, Letra e Interpretação: Melissa Etheridge
Have I been sleeping?
I’ve been so still
Afraid of crumbling
Have I been careless?
Dismissing all the distant rumblings
Take me where I am supposed to be
To comprehend the things that I can’t see
Cause I need to move
I need to wake up
I need to change
I need to shake up
I need to speak out
Something’s got to break up
I’ve been asleep
And I need to wake up
Now
And as a child
I danced like it was 1999
My dreams were wild
The promise of this new world
Would be mine
Now I am throwing off the carelessness of youth
To listen to an inconvenient truth
That I need to move
I need to wake up
I need to change
I need to shake up
I need to speak out
Something’s got to break up
I’ve been asleep
And I need to wake up
Now
I am not an island
I am not alone
I am my intentions
Trapped here in this flesh and bone
And I need to move
I need to wake up
I need to change
I need to shake up
I need to speak out
Something’s got to break up
I’ve been asleep
And I need to wake up
Now
I want to change
I need to shake up
I need to speak out
Oh, Something’s got to break up
I’ve been asleep
And I need to wake up
Now
research
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Excelente texto de Nicolette Lacerda Soares (http://somostodosum NULL.ig NULL.com NULL.br/clube/artigos NULL.asp?id=5097) - nicolettelacerda@uol.com.br (nicolettelacerda null@null uol NULL.com NULL.br) tirado do Somos Todos UM (http://somostodosum NULL.com NULL.br/)
Se quisermos que a Terra reencontre o seu equilíbrio, devemos começar por nós mesmos: fazer tudo sem estresse, com mais serenidade, com mais amor. Para isso, importa termos coragem de ser contra a cultura dominante que nos obriga a ser cada vez mais competitivos e efetivos. Precisamos respirar juntos com a Terra, para conspirar com ela pela paz.
Leonardo Boff
Mudanças Planetárias e Humanas
Temos, primeiramente, um contexto sistêmico, do qual faz parte uma nave espacial azul chamada Terra, segundo o astronauta russo Gagarin.
Essa Terra, por sua vez, faz parte do conjunto, ou Sistema Solar, situado na fímbria de uma Galáxia. Sistema esse, que por sua vez, integra a Galáxia.
Essa Galáxia navega pelo Espaço sideral como um barco num grande oceano.
A cada ano sideral de duração aproximada de 26.000 anos, todo o sistema passa duas vezes em torno de outro Sol central (Alcyone) nas Plêiades.
A cada passagem, esse sistema ingressa no Cinturão de Fótons, levando em média 2.160 anos para completar o percurso.
Ao ingressar no Cinturão de Fótons, o sistema solar passa por ajustes físico-energéticos alcançando novas realidades dimensionais ou iniciações.
Essa passagem promove transformações evolutivas em todo o sistema.
2012 é a data em que o nosso sistema Solar estará totalmente imerso no Cinturão de Fótons, e conseqüentemente, mudado.
Mudanças Planetárias:
As mudanças planetárias se dão no nível físico e no nível sutil.
No nível físico, as alterações mais evidentes são as das mudanças climáticas, com a elevação das temperaturas e consequëntemente a elevação do nível do mar pelo degelo das geleiras.
No nível mais sutil, notamos as alterações do eixo da Terra, aceleração na passagem do tempo, modificações na freqüência do planeta e de seu magnetismo. Enquanto a freqüência de base da Terra, ou pulsação, também chamada Ressonância Schumann, está aumentando drasticamente, seu campo magnético está decrescente.
Mudanças da Humanidade:
As mudanças da Humanidade se dão no nível físico, anímico e espiritual.
No nível físico temos, no plano biológico, o surgimento de uma nova genética. No plano individual, estamos todos partindo para o autoconhecimento, e no plano moral há uma substituição de valores.
No plano psíquico há uma desparametrização, que vamos detalhar em seguida.
E finalmente no plano social, existe uma quebra de estruturas.
No plano anímico, caminhamos para a integração Mente-Espírito.
E finalmente no plano espiritual, obtemos uma libertação dogmática.
A religião do futuro será cósmica e transcenderá um Deus pessoal, evitando os dogmas e a teologia.
Vejamos agora os novos parâmetros ou paradigmas.
Façamos uma comparação entre a Era de Peixes que agora termina e a Era de Aquário em que estamos adentrando. Não há limite certo para essas passagens de eras, e nos sentimos um pouco como num “limbo”, à medida que algumas estruturas são derrubadas e outras vão surgindo.
Por favor, essas informações não devem ser usadas com o objetivo de amedrontar você, mas com o de estar preparado para as mudanças planetárias que irão introduzir uma Nova Era de Luz para a humanidade, com os conceitos baseados no medo totalmente dissolvidos.
A data-chave do final deste processo possivelmente será nos anos de 2012 a 2017. (essa defasagem se deve à adoção do calendário gregoriano). A mensagem de esperança dos Mayas é de que essa época representa o “Final do Medo”.
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Excelente texto de Nicolette Lacerda Soares (http://somostodosum NULL.ig NULL.com NULL.br/clube/artigos NULL.asp?id=3549) - nicolettelacerda@uol.com.br (nicolettelacerda null@null uol NULL.com NULL.br) tirado do Somos Todos UM (http://somostodosum NULL.com NULL.br/)
É possível Mudar comportamentos e resolver conflitos?
É.
Como?
Pela expansão da consciência, isto é, pela observação contínua de si próprio. É se enxergar. Isso significa, em primeiro lugar, renunciar às mais caras ilusões que você tem a seu respeito.
É difícil? É.
É possível? É.
O que significa me observar?
É estar atento. É perceber se você está atuando no eixo vítima/algoz, ou vítima/agressor.
Enquanto você funciona nesse eixo, você não age, você só reage.
Se você se sente vítima de alguém, você está dando todo o poder sobre a sua vida a essa pessoa. Você fica, de fato, paralisado no tempo que não passa, enquanto tudo à sua volta se passa no tempo que passa.
Se você se justifica dizendo: “Eu sou assim porque o meu pai me tratou dessa e dessa maneira, me fez isso e mais isso”, ou... “Eu sou assim porque não tenho nada a ver com a minha mãe, ela não é a mãe que eu queria ter”; ou ainda: “Eu não progrido porque o meu chefe tem inveja do meu talento”; ou “Meu marido não me deixa fazer nada”, você está trilhando o caminho de vítima. Você está preso ao tempo que não passa.
O que fazer? Sair desse caminho.
É possível? É.
Que caminho trilhar? O do responsável, daquele pessoa que assume responsabilidade por tudo que faz, que não se queixa de nada, nem de ninguém. O que não critica ninguém, o centrado.
A Física Quântica que trata do infinitamente pequeno, do que se passa dentro dos átomos, observou que comparativamente, a distância entre o núcleo de um átomo e o elétron que gira ao seu redor, é abissal! O átomo é praticamente vazio.
No nosso cérebro passa-se a mesma coisa.
Os neurônios vão se ligando sempre da mesma maneira, no seu canal preferencial, assim como as trilhas que o gado cria nas colinas e que vemos quando passamos de carro, pelas estradas.
Pode-se então usar o campo das infinitas possibilidades dentro do cérebro e que não foi usado ainda.
Comece a criar uma infância feliz. Você pode!
Comece a contar as coisas boas, a sentir gratidão pelo maravilhoso dom da vida, presente de seus pais.
Seus pais não foram sempre velhinhos.
Já foram jovens, se amaram e até acreditaram em formar uma família. Isso demanda generosidade.
Até hoje, a única maneira de passar pela experiência de vida no planeta Terra, é através do útero de uma mulher, com a colaboração de um homem.
Seja grato a eles! A gratidão é um sentimento maravilhoso que vai encher seu coração de alegria.
Desfrute com encantamento as infinitas possibilidades de conexão que você tem no seu cérebro. Mude de chip, mude de canal, mude de estação, mude os velhos programas.
Acorde!
Ou então, você estará condenado a se repetir, a contar sempre a mesma estória, sem mudar uma palavra, uma vírgula, como as crianças fazem, buscando o lucro que a condição de vítima lhe dá.
“Mas eu não tenho lucro nenhum, eu sofro muito”. Procure com toda a sinceridade dentro de você, e você descobrirá que seu lucro é imenso.
Renuncie a esse lucro e você se libertará desses grilhões, e torne-se responsável pela sua própria vida, pelas suas decisões, sem imposições ou constrangimentos de outras pessoas.
Aceite ser feliz... AGORA!
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De Nathalia Polezi Dalmasio (npd NULL.gaia null@null bol NULL.com NULL.br), publicado por www.zuvuya.net (http://www NULL.zuvuya NULL.net/cad_galeria_materia_ver_E NULL.asp?cod_capa=1208&site=E&pasta=cidadaniaplanetaria&tipo_mat=mc) 16/5/2007
A Carta da Terra, citada no texto, pode ser lida em www.cartadaterra.org (http://www NULL.cartadaterra NULL.org/)
(Embora eu acredite que os preceitos planetários NÂO são utopias, apresentarei as duas respostas, o SIM e o NÃO desta indagação para reflexão daqueles que ainda não despertaram o pensamento ecológico nas mentes):
Diante do modo de produção capitalista e dos conflitos atuais, a cidadania planetária e os preceitos da Carta da Terra seriam uma Utopia?
Em caso afirmativo, a Carta da Terra seria sim uma utopia se seus propósitos forem trabalhados apenas no âmbito do discurso (conseqüentemente num discurso demagogo) ou como um mero item teórico do qual o sistema capitalista se apodera para reproduzir as armadilhas do chamado ecocapitalismo (meio ambiente entendido unicamente pelo lado econômico-utilitarista).
Portanto, a Carta não passaria de deslumbramentos da imaginação humana e o próprio continuaria a se realimentar da lógica cartesiana e capitalista fundamentada na individualidade e exploração do homem e da natureza. Na verdade, aniquilam a capacidade de redes sociais e tornam os conceitos planetários como ideais nos quais podem ser alcançados na teoria, embora nunca atingidos e incorporados na prática e na consciência da humanidade.
Em caso negativo, atrevo-me a dizer que a cidadania planetária ou a Carta da Terra (além de não serem nenhuma utopia) seriam a nova “lógica do novo sistema que surge”. E isso é bem apresentado pelos movimentos sociais que surgiram há tempos e os que brotaram na atualidade, pois suas lutas são sempre em prol da defesa da vida impregnada na Carta da Terra. Nessa perspectiva, a sociedade civil mundial está jogando um importante papel para a formação de consciência ética planetária, isto é, entendem e expressam através da organização dos movimentos, seus objetivos comuns de amplos setores da sociedade, seja defendendo a qualidade de vida, valores democráticos ou defendendo a formação de uma nova consciência planetária.
É na propagação das aspirações populares, dos movimentos sociais, que a Carta da Terra está sendo concretizada juntamente com os Direitos Humanos Fundamentais aderidos à própria, pois ela educa para uma alfabetização ecológica, desperta nos indivíduos o valor da vida sendo contrária a qualquer tipo de injustiça e exploração do homem e da natureza.
A questão que inclui a Visão Planetária como utopia, nada mais é do que um artifício do capitalismo para que se aniquilem as mentes e se reproduzam competições entre os blocos econômicos, desempregos, corrupção, guerras, etc. A utilização do termo utopia relaciona-se inteiramente com a incapacidade do homem de mudar ou transformar a realidade cruel em que se encontra o planeta.
Qualquer modo de expressão e de ação que reporte aos princípios da Carta da Terra concebe o ser humano como fio muito particular da Grande Teia da Vida, nos faz sentir-se parte do mundo e o mundo parte de nós. O antropocentrismo deixa de ser a visão principal para dar lugar à visão integrada da relação homem e natureza.
Portanto, afirmar que a Visão Planetária é utopia seria tampar os olhos e fechar a mente para essa nova ciência que supera a atual (cartesianismo), e então continuarmos substituindo a total coerência da Carta da Terra pelo fragmentado e contraditório sistema vigente.
Então, de que lado você está?
De um lado temos a concepção que reproduz uma visão de mundo cartesiana onde o próprio homem se identifica com uma máquina que aciona seu comando de autodestruição. De outro, temos um pensamento condizente com o século XXI, uma visão coerente de respeito à vida, onde são garantidos, os direitos e deveres sociais, políticos, econômicos, ambientais e culturais. É uma forma de expressão coletiva baseada nos princípios da Carta da Terra.
É a percepção de mundo que vai refletir nas ações e nas conseqüências que desejamos para o Planeta Terra. |
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Redigido na Venezuela, durante um encontro latino americano de entidades ligadas à espiritualidade, esse manifesto é uma afirmação da Natureza Divina presente em nós e em Tudo o Que Existe. Leia-o e passe-o adiante para que, cada vez mais, possamos co-criar uma realidade de paz para o nosso planeta.
Com este manifesto, unimo-nos às múltiplas iniciativas em torno do mundo para alcançar a paz global. Afirmamos que é possível acelerar intencionalmente a evolução da consciência planetária por intermédio do poder dirigido e sinérgico da mente coletiva. Reunidos na cidade de Caracas, Venezuela, em 24 de novembro de 2002, no marco do Terceiro Encontro da Rede Ibero americana de Luz, declaramos o seguinte:
Há uma única pátria: o Cosmos.
Há uma única nação: a Terra.
Há uma única família: a Humanidade.
Há uma única verdade: a Vida, expressando-se de acordo com uma ordem superior e infinita.
Há uma única religião: o Amor.
Há uma única essência: a Luz Eterna que gera a vida.
Há uma única ciência: a Universalidade.
Há uma única meta: a Paz em unidade com todos os seres.
Há um único destino: a Evolução.
Há um só tempo: o Acorde dos ritmos naturais.
Este chamado de consciência é dirigido a todas as instâncias nacionais e internacionais, grupos, organizações e pessoas que sabem que um mundo melhor é possível e também àquelas que:
.Transcendem seus valores trabalhando em si mesmas;
.Manifestam disposição de serviço à humanidade e ao planeta;
.Aceitam unir-se a outras pessoas em ações conjuntas;
.Vinculam-se mediante o poder do pensamento sinérgico;
.Efetuam a sincronização de propósitos em pensamento, emoção e ação;
.Geram convergências planetárias de consciência intercomunicando-se por diferentes meios e sobre diferentes temas afins;
.Usam seu potencial criador para gerar a aceleração da transformação planetária.
O reconhecimento dos integrantes da Rede Ibero americana de Luz tem o objetivo de fazer chegar o Manifesto Para a Consciência de Luz ao maior número possível de entidades e pessoas. Você também pode levá-lo às instâncias de seu país que julgue pertinente. Para aderir a ele virtualmente, basta mandar uma mensagem ao endereço manifesto@portaldorado.com e, para atualizações sobre o processo geral, visite o site www.portaldorado.com
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 Num belo dia eu resolvi ir no Google e fazer um search por “Consciencia Planetaria”, e ele retornou exatamente 15.700 entries e “Planetary Conscience” retornava 435 entries. É muito pouco considerado a importância dessa expressão. Fui olhar alguns links e encontrei alguns textos interessantes, mas reparei q eram textos soltos em sites de outros temas. Nenhum era dedicado especificamente à Consciência Planetária e nenhum agrupava todos os textos sobre o assunto. Mais estranho ainda a expressão em inglês ter mais entries q a português, qd o normal é ser exatamente o contrário e na mesma proporção.Mais ainda, percebi q nenhum dos sites q vi usavam Consciência Planetária como domínio, então resolvi digitar no address bar, e pra minha surpresa esse termo ainda não tinha sido registrado!! Resolvi juntar o útil ao agradável então e registrei os domains ConscienciaPlanetaria.com e ConscienciaPlanetaria.com.br junto com o PlanetaryConscience.com.
É bom deixar claro q eu não sou webdesigner e nem sei programar em PHP, então realmente não tenho condição de fazer o design exclusivo q o site merece. Mesmo assim instalei o wordpress e, com muito carinho, escolhi o theme mais adequado q encontrei. Por enquanto o domínio inglês vai ser redirecionado pro site português, e aproveito pra pedir desculpa a todos os portugueses pelo site estar em inglês: não gosto de traduções de programas e nem encontrei um theme português :)
Posteriormente pretendo fazer um clone do site e separar os textos em inglês dos em português, quando encontrar uma quantidade adequada de textos nesse idioma.
Eu vou usar o blog pra concentrar todos os textos q for encontrando sobre Consciência Planetária, indicando a fonte. Se vc puder ajudar, de qualquer forma, ela vai ser muito bem vinda e agradecida. Se vc quiser indicar algum texto, publicar um texto de sua autoria ou dar alguma crítica ou sugestão, basta entrar em contato através do email contato @ conscienciaplanetaria.com Também agradeço muito a quem puder linkar ConscienciaPlanetaria.com ConscienciaPlanetaria.com.br ou PlanetaryConscience.com em seu site.
Peço tb q visitem meu blog pessoal Hikari.ws :)
Amor e LUZ pra toda a Humanidade!!
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