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Hoje eu estava lendo sobre um dos primeiros filósofos, Heráclito, que viveu em Éfeso, na Turquia atual, há cerca de 2.500 anos atrás. Imagina só que já naquela época ele ensinava grandes verdades que todos nós vivenciamos diariamente nos dias contemporâneos.
Uma frase célebre de Heráclito era “Tudo flui”. Dizia ele que “nada neste nosso mundo é permanentemente. Tudo está mudando o tempo todo. As coisas vêm a existir em seus modos diferentes e nunca serão as mesmas em dois momentos seguidos enquanto existirem, até finalmente deixarem de existir de novo.” Penso que possivelmente tudo no universo é assim e talvez o próprio universo seja assim.
Outros filósofos além de Heráclito se aprofundaram no tema e esclareceram que o que concebemos como “coisas” não são realmente objetos estáveis, pois estão em perpétua transição. Aliás, Heráclito comparava a transição das coisas com a chama, o fogo. Ele disse que a chama parece ser um objeto, mas é mais um processo do que um objeto. Esta é, sem dúvida, uma idéia muito profunda, mas também extremamente desconcertante. Afinal, nós, os seres humanos, como uma espécie inteligente, sempre tentamos ao longo de toda a nossa história achar algo em que acreditar, algo confiável que durasse e não se extinguisse, mas Heráclito, já naquela época, há mais de 2.500 anos atrás, ensinava que não existe nada que não mude.
A mudança é a lei da vida e do universo. Ela manda em tudo e, por isso, é praticamente impossível escapar dela. Outros filósofos, contudo, sustentam que a única forma de vivenciar a permanência é mudar junto com a mudança de tudo. Aí, então, não estaremos somente mudando junto, mas também poderemos influenciar o destino da própria vida a fim de ajudar a torna-la mais humana e fraternal. Podemos concluir que no final das contas, parece que é assim que se processa a evolução!
Valeu, um abraço fraterno,
Vicente
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Eu já vi essa pergunta sendo feita várias vezes, sendo q na maioria elas foram feitas só em pensamento. Hoje eu tava pensando sobre isso...
Começando pelo básico, nós sabemos q o UM TOTAL tem 3 aspectos: PAE, Filho e Espírito. Naum é escopo desse texto explicar esses 3 aspectos, é necessário ter a noção teórica desses símbolos pra entender o texto.

Nenhum desses aspectos é mais importante q o outro, todos são necessários ao UM TOTAL e cada um depende dos outros 2. Cada aspecto tem sua função no sistema. Ao mesmo tempo q são uma Unidade, são tb uma individualidade, tendo sua forma própria de forma de Consciência.
No caso do Filho, isso vale igualmente pra cada indivíduo e pra cada Fraternidade (coletividade). O mesmo pro Espírito-Energia, pra cada planeta, estrela, agrupamentos, galáxias, cosmos, etc.
A função do PAE é o da Consciência, da fonte, ele é o agente passivo feminino q é alcançado pelo Filho, q como agente ativo masculino atua visando a Expansão de Consciência: da sua própria Consciência, da Consciência do PAE, e tb do Espírito-Energia q se expande tb em Espaço e Tempo.
O PAE é a origem e o destino, é de onde o Filho tira Consciência pra fazer o plantio e pra onde ele leva Consciência depois de colher. Sendo o PAE a origem e o destino, o Filho viaja através do Espírito, usando ele como terreno pra plantar, como casa, como tempo.
Baseado nesse entendimento, percebemos q pra toda Ação q tomamos, o PAE é a fonte de Consciência q usamos pra pegar combustível, assim percebemos nossa dependência do PAE. Do mesmo jeito, sem o Espírito, sem a Energia q manipulamos e Transformamos durante nosso trabalho, naum podemos fazer muita coisa com a Consciência q recebemos do PAE, e assim ela naum Expande.
A resposta pra pergunta do título começa a aparecer qd vemos as pessoas fazendo suas orações. Qd elas fazem, o entendimento delas é q deus vai escutar e atender todos os seus pedidos. Elas ficam paradas, muitas vezes ajoelhadas, sem fazer nada, esperando q deus venha e realize todos os seus desejos, igual o gênio da história do Alladin.
Às vezes, elas chegam até a barganhar com deus, fazendo promessas q serão cumpridas caso o desejo seja realizado. No meu raciocínio lógico, prático e objetivo, naum entendo q utilidade o PAE vai ter de ver uma pessoa rodando feito bocó em volta duma casa ou subindo escadas de joelho, ou se chicoteando ou se mutilando... oq o PAE ganha com isso? como esses atos Expandem alguma Consciência? eu só posso ver q isso é crenças baseadas numa época onde viam deus como um ser sadomasoquista q se divertia vendo suas crias se torturarem.
Olhando o pensamento dessas pessoas, percebemos q elas entendem deus como uma Unidade entre PAE, Jesus Cristo e Espírito Santo. Fazendo um desenho, teríamos o seguinte:
Eles naum entendem q são deus tb, pensam q deus é a Unidade entre PAE, Espírito e a pessoa Jesus Cristo, q até é irmão deles e parte da “família divina”, mas se vêem como pecadores, como bostinhas descendentes dakeles q foram expulsos do paraíso e q até hoje precisam sofrer e se ajoelhar implorando por perdão e pelo direito de poder entrar no céu.
Entendendo q toda Ação q fazemos tem o PAE como fonte de “combustível”, se nós vermos nossa origem como no modelo acima fica bem claro q estamos nos excluindo, negando nosso Verdadeiro EU, negando nossa divindade. Se negamos nosso EU, ilusoriamente nos anulamos. Fazendo assim, é como se a cada pensamento, a cada oração, estivéssemos nós mesmos nos expulsando do paraíso.
Pior ainda, O PAE é o aspecto passivo feminino de onde podemos tirar Luz-Consciência-Pura, e nós somos o aspecto ativo masculino q vai até o PAE pegar a LUZ e plantar ela pra executar Ações.
Ao se ajoelhar e simplesmente pedir, as pessoas ficam esperando o PAE fazer todo o trabalho. Elas invertem o processo, querendo ficarem passivas assistindo o PAE ser ativo, às vezes até pensando q com suas penitências vai alimentar ou incentivar o PAE a ser menos preguiçoso e tomar alguma providência.
Claro q isso naum vai funcionar. O PAE somente É, ele naum toma Ação nenhuma. E ao se portarem de forma passiva em sua mendicância, as pessoas naum tomam nenhuma Ação, e logicamente a Alquimia Divina naum se realiza. Mesmo q consigam alcançar o PAE (e infelizmente vemos q na maioria das vezes nem isso acontece, ficando elas rezando pra paredes ou estátuas), acaba virando perda de tempo.
A conclusão é q, pra q “nossas orações” sejam atendidas, devemos deixar de nos inferiorizar, nos reconhecer como Entidades Mentais, como Seres Divinos. Parar de implorar por migalhas e passar a reconhecer q EU E MEU PAE SOMOS UM, nos tornando Unidade com o PAE e o Espírito, fazer Ações com base na plantação de Amor-Consciência q captamos do PAE e mandando de volta parte da colheita, aproveitando esse processo de Retorno pra Retornarmos tb e comungarmos com o PAE, recebendo o Alimento Divino, q é a Luz-Consciência Pura.
Agindo dessa forma, montanhas vai ser pouco, pq todas as estrelas do universo vão vibrar em sinfonia nos reconhecendo como seu maestro e seguir todos os nossos comandos.
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Esse é um exemplo de como podemos viver em cidades e nos integrarmos com a Natureza, deixando ela entrar dentro da cidade sem um agredir o outro.
A Natureza naum é selvagem nem um inimigo a ser conquistado, mas tb naum precisamos ficar bitolados e ir viver numa casinha de palha no meio do mato bebendo o próprio xixi pra naum poluirmos a Natureza. Basta boa vontade e INTELIGÊNCIA, desenvolvendo tecnologias q aumentem nosso conforto e seu uso respeite a Natureza.
Naum é necessário a separação entre cidade e floresta q vemos hoje.
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research
O texto desse ppt diz ser psicografado, pelo médium Divaldo Pereira Franco, no dia 30 de julho de 2006, no Rio de Janeiro, RJ.
É uma ótima descrição, ampla e detalhada, da Grande Reforma. E ainda dá sugestões pra suportar melhor esses tempos e contribuir pra q a Reforma seja mais rápida e eficiente!
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Mais um ótimo material passado por mim pela Nicolette. Assim como o texto O que está mudando?, a autora foi capaz de captar as emanações do Espaço e transformar essa sensação em lindas frases.
E naum só fez isso, explicando em detalhes como essa transformação se desenrola, como ainda tenta ajudar o leitor a tornar a transformação mais fácil e ainda convida ele a participar da Grande Reforma!!
Realmente, é de gente assim q nós precisamos. Gente q aceita seu papel perante a Terra e a Humanidade e ajuda os outros a fazerem o mesmo!
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Original do texto O que está mudando?
Right now, you are in the midst of a revolution in human consciousness. This involves such significant changes in how people live and view life that you don't yet have language for it.
You are having some previews of coming attractions in those fleeting moments when you realize you know something there's "no way" you could have known. It happens when you lose track of time, and when you discover that some projects typically taking you an entire day are accomplished within a single hour. It occurs when you meet people for the first time and feel strangely comfortable with them, as though you had known them forever. It happens when you contemplate a troublesome issue before dreamtime, inviting a Divine resolution, and you awaken with fresh new insights that can help you turn things around. It occurs when you go beyond reason and discern a truth with your heart and intuitive knowing. It takes place in the moments when you let go and simply allow yourself to see what was there all along.
Seeing What Was There All Along
What you find may astonish you! An example is your sensing the presence of a benevolent nonphysical spirit guide. This guide may have been around you for your entire life, yet perhaps now is the first time you have had the readiness and willingness to recognize its presence.
Another example involves times when you are able to suddenly connect the dots involving a puzzle of pain you've been trying to heal for years. You may have had realizations about your issue many other times, yet none of them led you out of the maze that kept you hopelessly stuck. This time, though, you really get what the root of your problem is. A "flash" of insight and Divine grace, coming seemingly out of nowhere, helps you to illuminate the root of your pain, fully understand the connecting pieces with the "big view" spirit has, and then take actions leading to a final resolution.
As you grow in awareness, the truth which was there all along comes to the surface and it becomes easier for you to recognize it as truth. This is happening, on a more conscious level, for light workers who are questioning what they were taught, questioning the media, and sincerely desiring to know what is real. Indeed, the more that you can recognize truth, the more quickly you can advance up and out of the dark rabbit hole of human ignorance.
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Esse texto é muito legal, a Nicolette me passou ele e gostei muito.
É a 1ª vez q vejo uma (ótima) explicação da Grande Reforma feita por uma pessoa q naum participa diretamente da sua implantação, mas q com certeza contribui com a sua doação de Energia pra q a Terra se quadrimensione. Percebi no autor do texto uma Consciência muito clara e uma Fé impressionante na sua Consciência, e com isso o autor já passou ao estado de doação pra ajudar os outros à sua volta.
Precisamos de mais gente assim na Terra de hoje, de pessoas pelo mundo a fora Conscientes da Vida, da Terra, da Fraternidade (Terrestre e Cósmica). Consciente q TUDO é uma Unidade e q nós como indivíduos e como Humanidade temos responsabilidades com o PAE, e principalmente q sabem perceber a situação atual da Terra e oq devem fazer pra cumprir sua parte.
Pessoas assim são vistas com ridicularidade pela maioria medrosa e alienada, se tornam solitárias e são até perseguidas. Mas são pessoas assim as mais sensatas e dignas do Planeta. Estão dentro dum manicômio gigante cercadas de loucos, mas felizmente conseguem aceitar nossa Vibração e finalmente percebem q permanecem nesse manicômio pra tentar ajudar os outros q ainda naum se tocaram do UM.
As informações sobre autoria e copyright tão no final do texto. O original tb foi publicado em What is Changing
O QUE ESTÁ MUDANDO
Conselho dos 12 canalizado por Selacia
Mensagem de 31 de Maio de 2008
Neste momento vocês estão no meio de uma revolução na consciência humana. Isso abarca tantas mudanças significativas na maneira como as pessoas vivem e vêem a vida que não há palavras para expressá-las.
Muitos estão tendo indicações de situações futuras em ínfimos momentos em que depreendem algo que seria impossível saber antes. Percebem essas mudanças quando perdem a noção do tempo e aquele trabalho que normalmente levaria um dia inteiro para ser feito é realizado em apenas algumas horas. Quando encontram pessoas pela primeira vez com as quais se sentem estranhamente confortáveis como se as conhecessem há anos. Ao meditar sobre um problema antes de dormir, rogando uma providência divina, e acordam com novos "insights" para a resolução. Quando acima da razão e do discernimento decifram a verdade com o coração e o conhecimento intuitivo. E naqueles momentos em que se soltam e simplesmente vêem o que estava lá o tempo todo.
O que estava lá o tempo todo
A constatação poderá deixá-los atônitos! Estão percebendo a presença bondosa de um guia espiritual não-corpóreo. Este guia vem lhes acompanhando a vida inteira, embora talvez somente agora estejam preparados e com vontade de reconhecer sua presença.
Outro exemplo são os momentos em que conseguem decifrar o quebra cabeças de uma dor que os atormentava há anos. Muito provavelmente devem ter recebido indicações sobre o problema antes, mas nenhuma delas conseguiu levá-los para fora do labirinto no qual se mantinham aprisionados. Finalmente agora chegam à raiz do problema. Um lampejo de discernimento e Graça Divina ocorridos repentinamente e que os ajudam a clarear a raiz da dor, proporcionado o entendimento profundo da junção das partes numa visão maior que só o espírito tem, e possibilitando a tomada de ações para a solução final.
Ao crescer em consciência, a verdade do que estava lá o tempo todo vem à tona e torna-se mais fácil reconhecê-la. Num nível mais consciente, é o que está acontecendo aos trabalhadores da luz que questionam o que lhes é ensinado, questionam a mídia, e querem sinceramente saber o que é real. Quanto mais reconhecerem a verdade, mais rápido sairão da escuridão da ignorância humana.
O despertar do sono profundo da ignorância humana
Durante esse período de mudanças pessoas de toda parte começam a despertar de um sono profundo. Embora possa não parecer é o que está acontecendo. A evolução do planeta para uma consciência maior está a caminho, e esse movimento ocorrerá mesmo que a maioria das pessoas não esteja preparada para essa transformação.
Este último ponto é algo a ser lembrado quando ficarem preocupados com o estado de medo das massas nos quatros cantos do mundo. Nessas horas, poderão questionar se há "tempo" e se a maioria das pessoas realmente se importa com alguma coisa mais além de suas preocupações mundanas.
Ao se sentirem assim em vez de dar força à negatividade concentrem suas energias positivamente para ajudar a si próprios e aos outros. Independentemente do que os outros façam, afirme sempre que você está pronto para os próximos passos dessa transformação. Lembrem-se também que as espirais ascendentes de crescimento desenvolvem-se lentamente ou num piscar de olhos. Isso se aplica tanto aos indivíduos quanto ao planeta como um todo.
A velocidade em que uma pessoa progride está diretamente relacionada ao seu grau de vontade de mudar. Basta haver abertura para ver as coisas de forma diferente, questionar o próprio "status quo", responder com propostas radicais e fazer sem medo escolhas diferentes. Embora pareça uma atitude impossível para alguém atolado numa crise existencial, qualquer pessoa pode realizá-la se houver amor próprio suficiente.
O amor próprio é a chave
Programem a intenção de desenvolver cada dia mais o amor por si mesmos. Revisem atentamente os conceitos internos que os impedem de serem incondicionalmente amorosos. Quando tais conceitos chegarem à consciência os direcionem para fora e se libertem deles. Façam esse trabalho interior sem medo, e com bondade e paciência. Durante o processo de transformação cuidem de vocês da mesma forma como uma mãe amorosa cuida de seu filho pequeno.
Não é egoísmo amar a si próprios e criarem um estilo de vida que os permitam se transformar e progredir espiritualmente. Na verdade prejudicam a si mesmos e aos outros quando negligenciam o próprio crescimento. Todas as vezes que pensarem e agiram com amor estarão afetando incontáveis seres sencientes com ondas de energia positiva.
A ascensão é um processo natural que se expande ao planeta e a todas as formas de vida nele existentes. Neste momento, há oportunidades sem precedentes de evolução porque estão encarnados na Terra numa época afortunada. As oportunidades começam a aparecer assim que expressarem um desejo sincero de mudança e tomarem ações para assim realizá-la.
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Normalmente ao ler essa lenda temos a impressão (ou somos induzidos a tal) a imaginar q ela fala sobre perdão do PAE com o Filho q cometeu um erro. Pode ser visto dessa forma tb, mas vendo sob um ponto de vista mais focado e amplo, sabendo oq significa os símbolos de PAE e Filho, eu percebi algo interessante.
Pra facilitar a leitura, vou colocar o texto inteiro, tirado de Lucas 15.
Um certo homem tinha dois filhos; E o mais jovem deles disse ao pai: Pai, me dá a parte dos bens que me pertence. E o pai dividiu os bens entre eles. Poucos dias depois, o filho mais novo, juntando tudo, partiu para uma região longínqua, e ali dissipou os seus bens numa vida devassa.
E, tendo ele gastado tudo, houve naquela terra uma grande fome, e começou a passar necessidades.Foi então empregar-se com um dos homens daquela região, que o mandou pros seus campos pra cuidar dos porcos. Ele desejava encher o seu estômago com as bolotas que os porcos comiam, e ninguém o dava nada.E, caindo em si, disse: Quantos empregados do meu pai têm pão com fartura, e eu aqui morrendo de fome! Vou embora, procurar meu pai e dizer a ele: Pai, pequei contra o Céu e perante ti, já não sou digno de ser chamado seu filho, me faça como um dos seus empregados. E, levantando-se, foi para seu pai.
Ele ainda estava longe,quando seu pai o viu, encheu-se de compaixão e, correndo, lançou-se ao pescoço cobrindo ele de beijos. O filho então disse: Pai, pequei contra o Céu e contra ti, já não sou digno de ser chamado seu filho. Mas o pai disse aos seus servos: Tragam depressa a melhor roupa; e vistam ele, e ponham um anel no dedo, e sandálias nos pés. Tragam o bezerro cevado, e matem; comamos e festejemos, porque esse meu filho estava morto, e reviveu, estava perdido, e foi reencontrado. E começaram a festejar.
E o seu filho mais velho estava no campo. Quando voltava, já perto de casa, ouviu a música e as danças. Chamando um dos servos, perguntou o que era aquilo. E ele disse: É seu irmão que voltou e seu pai matou o bezerro cevado, porque o recebeu com saúde. Mas ele se indignou, e não queria entrar. E saindo o pai, foi suplicar a ele. Mas, respondendo ele, disse ao pai: Há tantos anos te sirvo, e jamais transgredi um só dos seus mandamentos, e nunca me deu um cabrito para festejar com os meus amigos. Contudo veio esse seu filho, que devorou os seus bens com as meretrizes, e pra ele você mata o bezerro cevado!
E o pai disse: Filho, você sempre está comigo, e tudo que é meu é seu; Mas era preciso que festejássemos e nos alegrássemos, porque esse seu irmão estava morto e reviveu; ele estava perdido e foi reencontrado!
Tem tb a lenda da ovelha desgarrada, tirada do evangelho de Lucas:
Qual de vocês, tendo cem ovelhas e perdendo uma, não deixa no deserto as noventa e nove, e não vai em busca da perdida até encontrar ela? E achando, a põe sobre os seus ombros, gostoso. E, chegando em casa, convoca os amigos e vizinhos, dizendo a eles: Alegrem-se comigo, porque encontrei a minha ovelha perdida. Eu os digo que do mesmo modo haverá alegria no céu por um só pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não precisam de arrependimento.
A mesma história é encontrada no evangelho de Tomé:
Jesus disse: "O Reino é como um pastor que tinha cem ovelhas. Uma delas, a maior de todas, extraviou-se. Ele deixou as noventa e nove e foi procurá-la, até encontrá-la. Depois de ter passado por todo esse incômodo, ele disse à ovelha: ‘Eu me interesso por ti mais do que pelas noventa e nove’."
Vendo do ponto de vista do pai com filho “perdido na vida”, faz sentido a história, pq o instinto faz os familiares se manterem grudados (e naum Unidos) independente da situação. Mas será q Cristo usaria o instinto e uma instituição tão podre e decadente como a família pra explicar a dinâmica do PAE e Filho?
A história da ovelha então é mais estranha ainda. Naum devia o pastor gostar mais das 99 q ficam quietas e obedientes e naum dão trabalho pra ele? Sob o ponto de vista financeiro, ele até iria atrás da perdida pra naum ficar com o prejuízo, mas voltando à comparação com a família, oq mais tem é pais espancando filhos por serem desobedientes. Naum deveria então o pai “raiar” com o filho perdido por todo o trabalho e prejuízo q ele deu, ou o pastor prender a ovelha q se perde pra q ela naum dê mais trabalho, colocando ela na fila pra ser a próxima a ser morta pra ele comer?
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Sugestões da Cibele Coury (cicoury null@null yahoo NULL.com NULL.br)
Prezados irmãos, Dómine Sol!
Hoje é comemorado o dia internacional do meio ambiente
e gostaria de colocar aqui algumas palavrinhas sobre
consumo sustentável.
Atualmente lê-se em artigos sobre economia muito sobre
o "mercado", e o que mais é o "mercado" senão nós
consumidores?
E da mesma forma como nossa união Mental faz a força,
precisamos nos unir em comportamento praticando ações
ambientalmente sustentáveis.
Quero assim deixar aqui algumas dicas:
- Troquem as famigeradas sacolinhas plásticas de
supermercado pela antiga sacola de feira. Estatísticas
apontam que cada pessoa consome cerca de 60 sacolinhas
plásticas/mês. Vamos evitar este desperdício de
consumo de derivados do petróleo.
- Vamos substituir nos estabelecimentos nos quais
trabalhamos os copinhos plásticos por canecas e copos
de vidro. Menos derivado de petróleo também.
- Vamos evitar a compra de produtos com muitas
embalagens plásticas. Sabe aquela bolacha que vem no
pacotão com um monte de pacotinhos dentro? Pois é ...
pra que?
- Bandejas de isopor para frios e carnes tb podem ser
evitadas, pois apesar do isopor ser reciclado o
processo é caro e a maioria dos recicladores os
descarta nos aterros e lixões.
- Outra dica bacana é não ligarmos o ferro de passar
roupa para passar uma peça ou outra, ou mesmo vamos
evitar de passar peças desnecessárias como toalhas,
lençóis e etc....
- Vamos encaminhar o óleo de cozinha usado para postos
de coleta. Nunca descartem óleo usado na rede de
esgoto.
- Vamos plantar uma, 10, 100, 1000 árvores ao longo de
nossa vida. Além das plantas serem seres maravilhosos,
elas regulam a variação de temperatura nas
construções, portanto tenha áreas permeáveis e muitas
plantas em sua casa, escritório e etc...
Quero muito com essa mensagem despertar nos irmãos
ainda adormecidos para as ações ambientalmente
corretas, a reflexão. O planeta precisa de uma frada
no consumo de descartáveis, ou seja, de modismos, de
supérfluos e desnecessários.
Vamos construir a Consciência que Mentalmente temos em
nossas pequenas ações de consumo!
Reflitam sobre .... com muito carinho!
Conto com cada um de vocês....
com amor
Cibele
information
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homepage
Texto encontrado nos sites vagnernativeflutes.multiply.com (http://vagnernativeflutes NULL.multiply NULL.com/journal/item/19) e viveraprender.blogspot.com (http://viveraprender NULL.blogspot NULL.com/2007/06/carta-da-ecopedagogia-em-defesa-de-uma NULL.html)
A CARTA DA TERRA NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO
Primeiro Encontro Internacional - São Paulo, 23 a 26 de agosto de 1999
Organização: Instituto Paulo Freire - Apoio: Conselho da Terra e UNESCO-Brasil
CARTA DA ECOPEDAGOGIA
Em defesa de uma pedagogia da Terra
(Minuta de discussão do Movimento pela Ecopedagogia)
1. Nossa Mãe Terra é um organismo vivo e em evolução. O que for feito a ela repercutirá em todos os seus filhos. Ela requer de nós uma consciência e uma cidadania planetárias, isto é, o reconhecimento de que somos parte da Terra e de que podemos perecer com a sua destruição ou podemos viver com ela em harmonia, participando do seu devir.
2. A mudança do paradigma economicista é condição necessária para estabelecer um desenvolvimento com justiça e eqüidade. Para ser sustentável, o desenvolvimento precisa ser economicamente factível, ecologicamente apropriado, socialmente justo, includente, culturalmente eqüitativo, respeitoso e sem discriminação. O bem-estar não pode ser só social; deve ser também sócio-cósmico.
3. A sustentabilidade econômica e a preservação do meio ambiente dependem também de uma consciência ecológica e esta da educação. A sustentatibilidade deve ser um princípio interdisciplinar reorientador da educação, do planejamento escolar, dos sistemas de ensino e dos projetos político-pedagógicos da escola. Os objetivos e conteúdos curriculares devem ser significativos para o(a) educando(a) e também para a saúde do planeta.
4. A ecopedagogia, fundada na consciência de que pertencemos a uma única comunidade da vida, desenvolve a solidariedade e a cidadania planetárias. A cidadania planetária supõe o reconhecimento e a prática da planetaridade, isto é, tratar o planeta como um ser vivo e inteligente. A planetaridade deve levar-nos a sentir e viver nossa cotidianidade em conexão com o universo e em relação harmônica consigo, com os outros seres do planeta e com a natureza, considerando seus elementos e dinâmica. Trata-se de uma opção de vida por uma relação saudável e equilibrada com o contexto, consigo mesmo, com os outros, com o ambiente mais próximo e com os demais ambientes.
5. A partir da problemática ambiental vivida cotidianamente pelas pessoas nos grupos e espaços de convivência e na busca humana da felicidade, processa-se a consciência ecológica e opera-se a mudança de mentalidade. A vida cotidiana é o lugar do sentido da pedagogia pois a condição humana passa inexoravelmente por ela. A ecopedagogia implica numa mudança radical de mentalidade em relação à qualidade de vida e ao meio ambiente, que está diretamente ligada ao tipo de convivência que mantemos com nós mesmos, com os outros e com a natureza.
6. A ecopedagogia não se dirige apenas aos educadores, mas a todos os cidadãos do planeta. Ela está ligada ao projeto utópico de mudança nas relações humanas, sociais e ambientais, promovendo a educação sustentável (ecoeducação) e ambiental com base no pensamento crítico e inovador, em seus modos formal, não formal e informal, tendo como propósito a formação de cidadãos com consciência local e planetária que valorizem a autodeterminação dos povos e a soberania das nações.
7. As exigências da sociedade planetária devem ser trabalhadas pedagogicamente a partir da vida cotidiana, da subjetividade, isto é, a partir das necessidades e interesses das pessoas. Educar para a cidadania planetária supõe o desenvolvimento de novas capacidades, tais como: sentir, intuir, vibrar emocionalmente; imaginar, inventar, criar e recriar; relacionar e inter-conectar-se, auto-organizar-se; informar-se, comunicar-se, expressar-se; localizar, processar e utilizar a imensa informação da aldeia global; buscar causas e prever conseqüências; criticar, avaliar, sistematizar e tomar decisões. Essas capacidades devem levar as pessoas a pensar e agir processualmente, em totalidade e transdisciplinarmente.
8. A ecopedagogia tem por finalidade reeducar o olhar das pessoas, isto é, desenvolver a atitude de observar e evitar a presença de agressões ao meio ambiente e aos viventes e o desperdício, a poluição sonora, visual, a poluição da água e do ar etc. para intervir no mundo no sentido de reeducar o habitante do planeta e reverter a cultura do descartável. Experiências cotidianas aparentemente insignificantes, como uma corrente de ar, um sopro de respiração, a água da manhã na face, fundamentam as relações consigo mesmo e com o mundo. A tomada de consciência dessa realidade é profundamente formadora. O meio ambiente forma tanto quanto ele é formado ou deformado. Precisamos de uma ecoformação para recuperarmos a consciência dessas experiências cotidianas. Na ânsia de dominar o mundo, elas correm o risco de desaparecer do nosso campo de consciência, se a relação que nos liga a ele for apenas uma relação de uso.
9. Uma educação para a cidadania planetária tem por finalidade a construção de uma cultura da sustentabilidade, isto é, uma biocultura, uma cultura da vida, da convivência harmônica entre os seres humanos e entre estes e a natureza. A cultura da sustentabilidade deve nos levar a saber selecionar o que é realmente sustentável em nossas vidas, em contato com a vida dos outros. Só assim seremos cúmplices nos processos de promoção da vida e caminharemos com sentido. Caminhar com sentido significa dar sentido ao que fazemos, compartilhar sentidos, impregnar de sentido as práticas da vida cotidiana e compreender o sem sentido de muitas outras práticas que aberta ou solapadamente tratam de impor-se e sobrepor-se a nossas vidas cotidianamente.
10. A ecopedagogia propõe uma nova forma de governabilidade diante da ingovernabilidade do gigantismo dos sistemas de ensino, propondo a descentralização e uma racionalidade baseadas na ação comunicativa, na gestão democrática, na autonomia, na participação, na ética e na diversidade cultural. Entendida dessa forma, a ecopedagogia se apresenta como uma nova pedagogia dos direitos que associa direitos humanos – econômicos, culturais, políticos e ambientais - e direitos planetários, impulsionando o resgate da cultura e da sabedoria popular. Ela desenvolve a capacidade de deslumbramento e de reverência diante da complexidade do mundo e a vinculação amorosa com a Terra.
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No ano passado o Fantástico fez uma série muito interessante falando sobre como acham q vai ser o mundo daki a algumas décadas, e numa das matérias o cara comprou os itens da cesta básica e depois foi tirando tudo q prejudicava a Natureza. Depois de citar uma lista de coisas q prejudicava e tirar os itens q tinham essas coisas, o carrinho ainda tava cheio, daí ele citou embalagens de plástico e o carrinho ficou vazio. Essa foi uma das poucas vezes q os meios de comunicação em massa falaram de forma séria sobre esse tema; Imagino q muitos ficaram pensando sobre isso, apesar de praticamente ninguém ter plasmado esses pensamentos em Ação.
Desde essa época eu fikei pensando sobre as embalagens, e indeed felizmente já tem muitas medidas pra tentar resolver isso, como as ditas sacolas degradáveis (apesar de ter sido visto q na verdade elas viram pó q polui ainda mais do q as sacolas tradicionais). Ontem eu tava pensando nisso e hoje chegou ao ponto de valer a pena escrever.
Em 1º lugar é preciso entender q as coisas são como elas são pela combinação dos interesses de kem cria produtos com os interesses de kem os consome. Kem cria produtos tem preocupação q seus produtos dêem lucro por exemplo, e naum começam a comercializar os produtos inqt naum conseguirem cumprir essa meta. Já o consumidor, tem interesses q barram ou estimulam a compra, como conseguir pagar o produto, ele ser o mais barato q o cara já conseguiu imaginar, ser melhor q o do vizinho, etc, principalmente os relacionados ao marcketing.
Alguns fatores "secundários" passam a ser majoritários qd entram na lista de interesse de um dos lados. Por exemplo, o governo criou o programa de classificação das geladeiras mostrando em lugares visíveis um rank de qta eletricidade elas consomem. Daí o consumidor percebe q tem diferença entre os modelos em relação a qt ele vai pagar de eletricidade e começa a rejeitar as q consomem mais. O vendedor, q tem interesse em vender e ter lucro, percebe a rejeição a geladeiras q consomem muito e cria geladeiras mais econômicas.
Outro exemplo é algumas regiões q valorizam carros grandes, potentes e q consomem muito combustível. Os fabricantes atendem as necessidades dos consumidores. Qd o combustível começa a encarecer e ao mesmo tempo há uma pressão moral pra reduzir o consumo, o consumidor fica forçado a mudar de hábito e o vendedor corre atrás.
Pra naum deixar a impressão q é o consumidor q manda, tem tb o exemplo da AMD q produzia seus K8 desenvolvidos pra gerar o máximo de desempenho por ciclo e consumir pouca energia, inqt a Intel e seu P4 eram adorados por seus altíssimos clocks e consumo de energia, retirada com air coolers gigantes e watercoolers. Até q o clock do P4 naum conseguiu mais aumentar por causa da fulga de eletrons e a Intel teve q mudar de rumo. Hoje os Core e os K10 disputam kem consegue consumir menos, e oq antes era desempenho/ciclo e depois a Intel transformou em clock-alto-independente-do-desempenho, agora é desempenho/Watt.
Do mesmo jeito tem muitas empresas q se juntam e deixam o consumidor sem opção q atenda seus interesses, e ele é obrigado a se submeter aos interesses dos fabricantes.
Mais voltando ao tema do texto, muitas vezes as pessoas axam q "as coisas são assim pq são assim, e naum tem como ser de outra forma". Elas pensam isso simplesmente por comodidade e conveniência, pq seus interesses estão sendo atendidos pelos produtos do jeito q são atualmente e elas naum sentem vontade de mudar. O mesmo acontece com as empresas, e qd alguém reclama de algo, logo vem os espírito-de-testa-de-ferro-de-porco dizer q uma mudança acarretaria em aumento de preço. Isso imediatamente cria uma defesa pro fabricante e bate de frente com os interesses do consumidor, e o caso é abafado.
Na Natureza nada é desperdiçado. O lixo existe, mais ele é transformado (e nessa transformação é incluído a violência e a alimentação). É diferente do nosso lixo, q tb é transformado, mas leva séculos ou milênios pra isso ser concluído.
Na Natureza nenhum animal precisa trabalhar pra gerar renda e depois comprar tudo q precisam dos produtores. É interessante como muitos gostam de criticar o modelo de caçador e caça da Natureza, ao mesmo tempo q, sem nenhum predador, consome como um porco e joga todo o lixo em cima da Natureza, de forma q nem os caçadores nem as caças conseguem usar. Na Natureza é tudo uma troca, ninguém é dono de nada, os recursos vão passando de mão em mão. E aliás o caçador, q come a caça, é sua melhor amiga.
De volta às embalagens, eu tava imaginando a quantidade de plástico e papel é usado em todo o processo de logística. O transporte desde o fabricante até o consumidor. O supermercado por exemplo compra várias caixinhas dentro duma caixa maior, daí a gente compra as caixinhas, coloca elas dentro das sacolas e trás pra casa. Além da embalagem pra guardar o produto, ainda tem as embalagens pra facilitar o transporte das embalagens! Pq naum criam embalagens q além de guardarem o produto sejam fáceis de carregar? Impossível? Difícil?
A solução pras sacolas é óbvio, a gente leva as nossas de casa e depois trás de volta pra casa, em vez de pegar novas no supermercado e depois jogar tudo fora. Se o objetivo das sacolas é só levar outras embalagens do supermercado pra casa, pq usar sacolas novinhas toda vez? Ah mais claro, elas ficam sujas, rasgam... É só os fabricantes pararem de fazer sacolas vagabundas e tão baratinhas q o supermercado dá de graça pra gente, e fazer sacolas mais resistentes e fáceis de limpar, q a gente compra e usa pro transporte. Mais aí tem a vergonha de ficar carregando sacolas pro supermercado...
A mesma coisa deve ser feita com as embalagens das caixinhas. Nossa necessidade é pelos produtos e naum por suas caixinhas. Os supermercados devem comprar os produtos direto em embalagens grandes, e depois a gente vai lá e pega a quantidade q quiser e coloca nas nossas embalagens. Compramos as embalagens separado, e levamos e trazemos pra casa. E ainda tem a vantagem de podermos usar as embalagens do tamanho ideal pra nossa necessidade, nem menor pra faltar nem maior pra desperdiçar. Só q dá trabalho ficar levando e trazendo né...
Uma coisa q as empresas reclamam muito é da solução pra descartar as embalagens. Em vez de jogarmos fora, devemos levar de volta pro exato lugar onde compramos elas, e o fabricante levar de volta pra reciclar e fabricar embalagens novas. As empresas reclamam q isso é impossível. Mais como q é impossível?, se elas conseguem levar os produtos da fábrica até o supermercado, conseguem levar de volta do supermercado pra fábrica uai! Aí elas reclamam q ia ficar caro, e junto o consumidor torce o nariz, pelo preço e por mais uma vez ter q ficar carregando embalagem vazia...
Só q esse modelo naum é nem impossível, nem surreal e muito menos caro. Já fazemos isso com o gás, onde compramos o butijão e toda vez q o gás acaba compramos só mais gás, pq o butijão, q é caro, é nosso, e trocamos o vazio pelo cheio. Aliás, mesmo o butijão sendo caro, as empresas de gás naum reclamam de trocar o butijão q temos em casa pelo q eles trazem. Ou seja, naum há uma transferência do gás do butijão deles pro nosso, até o butijão é trocado! E eu nunca vi as empresas reclamarem de ter q pagar os custos de manutenção de butijão usado nem fabricar butijão novo e trocar por usado... Simplesmente todo butijão funciona muito bem, e ninguém faz distinção se ele é usado, novo, sujo, limpo. Nós compramos butijão só 1 vez geralmente qd uma família forma uma casa nova, e nunca mais pagamos por outro butijão. As empresa podem reclamar, dizendo q esses custos do butijão são incluídos no preço do gás e toda vez q compramos gás pagamos tb os custos do butijão, mais a mesma coisa tb naum acontece qd compramos um produto e levamos sua embalagem embora?... Com a vantagem de, com a empresa gerenciando todo o processo do butijão, naum termos q comprar butijão novo toda vez q compramos gás, reduzindo custos de produção, e de quebra o butijão já tá sempre passando pela empresa, onde ela pode analizar se ele ainda é usável ou se chegou a hora de reciclar. Nem precisamos preocupar em ver qd a embalagem fica velha, e ficar carregando embalagem vazia pro supermercado. Será q é tão imposível assim usar esse modelo?
Em outros mercados tb esse modelo pode ser usado, como na compra de remédio onde pagamos pra farmácia trazer o remédio na nossa casa, e várias outras áreas q fornecem o serviço de entrega a domicílio. Qd a empresa vem trazer o produto novo, ela leva a embalagem vazia de volta. A gente compra a embalagem só 1 vez e a própria empresa cuida de manter a conservação da embalagem e fazer a reciclagem. Mesmo se esse modelo e o aumento da qualidade das embalagens fizesse o custo delas aumentar, compraríamos a embalagem só 1 vez e a redução na produção baratearia os custos.
Outra área q isso tb acontecia era com o refrigerante, a gente comprava a garrafa de vidro e sempre q íamos comprar mais refrigerante levávamos a garrafa vazia e trazíamos outra cheia. Foi a monopolista Coca Cola q acabou com isso e passou pra garrafas de plástico, maiores, e ninguém reclamou nem rejeitou... Só agora q ela resolveu voltar pro modelo antigo, pra combater a Dolly. Uma vez o dono da Dolly disse numa entrevista q ele naum podia usar garrafa de vidro pq a Coca Cola viria e compraria todas as garrafas do supermercado e ele teria q ficar sempre fabricando mais garrafas.
Uai, se o supermercado vende garrafas usadas pra Coca Cola, ele gera renda, pq aí ele naum pode comprar garrafas novas da Dolly? Se as novas custam mais q as usadas, é só ele parar de vender usadas pra comprar novas, ou aceitar vender usadas e comprar novas pelo mesmo preço. Na hora q começasse a doer no bolso dos donos de supermercado ou a Coca Cola começasse a gastar com armazenamento de garrafas, essa brincadeira ia acabar.
Do mesmo jeito q se formos no supermercado sem garrafa vazia comprar refrigerante vamos ter q pagar mais caro por causa da garrafa, se o supermercado naum tiver ou naum quiser trocar garrafas vazias por garrafas cheias com a Dolly, ele vai ter q pagar mais caro pelas garrafas extras. Se a Dolly aceita doar garrafas, novas, pro supermercado vender tudo pra Coca Cola isso é problema deles. Esse é um ótimo exemplo de como o interesse dos comerciantes e fabricantes faz a coisa desandar, e kem paga a conta é o consumidor, q paga alegre por naum ter mais q carregar garrafa vazia.
Como eu disse, as coisas naum são assim pq tem q ser assim. Elas funcionam assim pq alguém tem interesse q sejam assim, e a gente tb tem, ou naum faz nada pra mudar. A regra dominante é q o lixo seja levado pra longe dos olhos da população e os fabricantes se excluem da responsabilidade tanto de recolher o lixo como de reciclá-lo-lá, a naum ser q haja o interesse de aumento nos lucros com a redução nos gastos. A mesquinez, a ignorância e a conveniência turvam a visão, e passamos a ver, a Vivenciar as coisas da forma q é mais conveniente pra gente. E isso inclui qd aceitamos acreditar nas mentiras q contam pra gente.
Há algum tempo teve o caso de brinquedos com defeito, e inqt lá no norte o fabricante fez um ótimo processo de coleta e troca, no Brasil isso levava mais de mês e o fabricante reclamava q naum tinha como receber os brinquedos de volta e por isso os consumidores tinham q mandar pelo correio. Pq lá tem jeito e aki é impossível? E se trabalhamos feito escravos condenados pra ganhar uma mixaria de dinhero, e damos quase 50% dessa renda pro governo, sem reclamar, pq naum podemos, até se for necessário, pagar mais pra naum produzir tanto lixo? Qt custa o lixo? Qt custa naum poluir a Natureza? Será q a Martaxa Suplício sabe?
E naum venham com a hipocrisia q o lixo é um presente q damos pros nosso filhos e netos. Nós tb somos habitantes, hoje, da Terra, e nós tb dependemos, hoje, da Natureza. A Natureza naum é um monte de mato sujo e bicho perigoso q a gente deve combater e fugir. A Natureza é nossa Mãe, q nos dá a todo momento a Vida ternária e o sustento, sem termos q pagar nada por isso. Oq os agricultores fazem é aumentar a eficiência e a produtividade, pq kem gera o alimento é a Natureza, e ele seria gerado mesmo q os agricultores naum destruíssem a floresta pra plantar e criar os animais. A terra naum é deles, e eles naum podem invadir tomando posse e depois cobrar por ela, ou dizer q oq ela produz é deles e naum quererem dar pra ninguém.
Naum é a Natureza q nos abandonou e nos deixou sozinhos, com escassez de recursos, precisando nos degladiar pra conquistar o sustento. Somos nós q negamos e expulsamos a Natureza, e qt mais nos afastamos dela mais Vivenciamos a pobreza, a fome e a miséria.
E naum adianta essa conversa de cada um fazer a sua parte. Ações isoladas e egoístas (no bom sentido) só aumentam a separação entre as pessoas. A Ação deve ser Una, conjunta, feita por toda a Humanidade Unida, Consciente de si mesma e do Planeta onde vive.
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Eu realmente naum esperava q o site fosse ter tantos acessos assim! Sem nenhuma divulgação, só com o Google sendo muito generoso e minha assinatura, hoje, faltando 4 dias pra completar 2 meses, com 23 artigos, o ConscienciaPlanetaria.com completa 500 acessos segundo o RiteCounter.com!!
Nesse momento, buscando por "Consciência Planetária" no Google, ele encontra 12.300 entries (3.400 a menos q 2 meses atrás...), sendo q o ConscienciaPlanetaria.com tá na 5ª página, mas com uma presença de honra na 2ª graças ao meu domínio hikarineko.com (http://hikarineko NULL.com/2008/05/16/consciencia-planetaria/).
Agradeço a todos q entraram no site, agradeço MUITO a todos q leram os textos, e principalmente aos autores q escreveram sobre a Consciência Planetária e divulgaram ela nessas poucas 12.300 páginas catalogadas no Google, e deixaram q eu concentrassem seus textos no site.
É isso aí, vamos continuar agindo, vibrando a Energia Cósmica sobre a Terra, Manifestando a Realidade da Consciência, Planetária e Cósmica, sobre todos os reinos da Natureza!!
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Manoel José Pereira Simão é Psicólogo (contato null@null inic NULL.com NULL.br), do site inic.com.br (http://www NULL.inic NULL.com NULL.br/artigo-pt NULL.asp?id=11), tem mestrado em neurociências e comportamento pelo NEC- USP, pós-graduação em psicologia e Saúde pela UNIMARCO, especialização em psicoterapia transpessoal , TRVPeres e terapia cognitiva-comportamental.
O DESENVOLVIMENTO DA CONSCIÊNCIA INDIVIDUALCOLETIVA PARA A SOBREVIVÊNCIA DA HUMANIDADE
O autor propõe a reflexão do tema a partir do pensamento de Ervin Laszlo sugerindo que o mundo passa atualmente por uma macrotransição. Macrotransição é uma mudança profunda, abrangente e irreversível que ocorre em todos níveis e sistemas. Para enfrentar esse maciço progresso tecnológico, não precisamos ter como foco principal os programas públicos ou corporativos nem os grandes esquemas económicos ou políticos. O fundamental é nos concentrarmos no fator critico de uma macrotransição: A Consciência Humana. Precisamos de uma mudança fundamental de valores - para assegurar que não deixemos passar esta oportunidade de salvar nosso planeta e a nós mesmos. Precisamos de uma nova maneira de pensar e de estarmos conscientes. O autor propõe a discussão dos dez princípios da ética planetária integrando os conceitos da transcisciplinaridade e da Transpessoal com a alfabetização ecológica de F. Capra.
"No passado, os povos e sociedades podiam levar várias gerações para criar a cultura que engrenasse com as mudanças que haviam produzido no modo e nas condições de vida; hoje, é durante nossos anos de vida que precisamos criar a cultura de que precisamos para sobreviver e prosperar no mundo em que estamos nos precipitando."
Como criar esta mudança é o que veremos nos trabalhos do Húngaro Ervin Laszlo[1], Fundador e Presidente do Club of Budapest.
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Já fazia tempo q eu procurava um texto sobre esse filme revolucionário. Finalmente eu contrei esse aki, no Jornal do Haroldo (http://haroldovilhena NULL.multiply NULL.com/journal/item/426)
Quem Somos Nós - Parte 1 - Saindo da Matrix
Vejam esses nomes e a biografia por trás deles: Amit Goswami, Fred Alan Wolf, Joe Dispenza, William Tiller, Jeffrey Statinover, Candace Pert, John Hagelin e David Albert, entre outros...
Agora imagine esses cobras conversando com você sobre o Universo e suas percepções. Imaginou? Esse é o filme What the bleep do we know, que chega ao Brasil em 18 de novembro com o nome de Quem somos nós?, após um enorme sucesso boca-a-boca mundo afora. Esse é um daqueles filmes que não é pra ser visto entre um compromisso e outro, ou com gente conversando do lado. Ele exige atenção integral, e assim mesmo você vai querer vê-lo de novo pra poder entender melhor.
Abaixo colocarei alguns trechos diretamente retirados da legenda do filme, pra vocês terem uma idéia do potencial revolucionário que ele traz para a nossa forma de encarar o mundo:
Quanto mais se estuda a física quântica, mais misteriosa e fantástica ela se torna. A física quântica, falando de uma maneira bem simples, é uma física de possibilidades. São questões pertinentes de como o mundo se sente com relação a nós. Se existe uma diferença entre o modo do mundo nos sentir e como ele realmente é. Já parou para pensar do que os pensamentos são feitos?
Todas as épocas e gerações têm suas próprias suposições: O mundo é plano, o mundo é redondo, etc. Existem centenas de suposições que acreditamos ser verdadeiras, mas que podem ou não ser verdadeiras. Claro que historicamente, na maioria dos casos não eram verdadeiras. Se tomarmos a história como guia, podemos presumir que muitas coisas em que acreditamos sobre o mundo podem ser falsas. Estamos presos à certos preceitos sem saber disso.
É um paradoxo
O materialismo moderno tira das pessoas a necessidade de se sentirem responsáveis, assim como a religião! Mas eu acho que se você levar a mecânica quântica a sério, verá que ela coloca a responsabilidade nas nossas mãos e não dá respostas claras e reconfortantes. Ela só diz que o mundo é muito grande e cheio de mistérios.
O mecanismo não é a resposta, mas não vou dizer qual é, pois vocês têm idade suficiente para tomarem suas decisões.
Por que continuamos recriando a mesma realidade?
Por que continuamos tendo os mesmos relacionamentos?
Por que continuamos tendo os mesmos empregos repetidamente?
Nesse mar infinito de possibilidades que existem à nossa volta, por que continuamos recriando as mesmas realidades?
Não é incrível existirem opções e potenciais que desconhecemos?
É possível estarmos tão condicionados à nossa rotina, tão condicionados à forma como criam nossas vidas, que compramos a idéia de que não temos controle algum?
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A TERRA ESTÁ DOENTE. O QUE EU TENHO A VER COM ISSO?
por Irene Carmo Pimenta (irenecarmopimenta null@null hotmail NULL.com)
"A Terra tem o suficiente para a necessidade de todos, mas não para a ganância de uns poucos" - Mahatma Ghandi
Dentre as inúmeras espécies que povoam a Terra, os seres humanos são, sem sombra de dúvida, uma espécie biológica bem sucedida. Desde a sua origem evoluiu e colonizou todas as regiões do planeta Terra. Formou estruturas sociais complexas, descobriu novas tecnologias, e em sua tendência expansionista – através da corrida espacial - pensa em colonizar outros planetas.
No entanto, a trajetória evolutiva do homem sobre o Planeta Terra tem sido altamente predatória. A utilização dos recursos naturais do planeta tem sido maior do que a sua capacidade regenerativa.
E em nome do progresso, ecossistemas inteiros foram e continuam sendo destruídos, colocando em risco a sobrevivência de muitas espécies e do próprio homem.
Por conta disso a crise ambiental está aí. Bem na nossa frente. Fazendo com que temas como ecossistemas, aquecimento global, reciclagem, sustentabilidade, passem a fazer parte das conversas cotidianas. Diferentemente do que acontecia há algumas décadas atrás, quando discussões sobre meio ambiente era conversa de alguns “hippies malucos” – ligados a contracultura, de subversivos, enfim... Conversa de gente “pouco séria”, pessoas que eram “contra o desenvolvimento econômico”.
Alguns dos leitores devem lembrar do presidente Bush-pai (não que Bush-filho seja diferente) fazendo discursos irados contra os ambientalistas.
Sem falar no Brasil dos anos setenta, onde poluição era sinônimo de progresso, e quem contra ela fosse, contra o regime seria. Muitos ambientalistas foram tratados como “terroristas”!
Mas o tempo deu razão a quem tinha. O aquecimento global está ai. A Terra está doente. Febril.
E o que antes era assunto pontual de alguns segmentos da sociedade, hoje, pela urgência do tema, tornou-se uma discussão mais ampla. E no âmago de cada questionamento, está a pergunta que não quer calar:
A crise ambiental é um reflexo do desequilíbrio interior do ser humano?
CRISE ECOLOGICA E RESPONSABILIDADE PESSOAL
“A crise ecológica – isto é, o principal problema de Gaia – não é a poluição, o lixo tóxico, a destruição da camada de ozônio ou qualquer coisa semelhante. O principal problema de Gaia é que não há um número bastante grande de seres humanos que tenha se desenvolvido até os níveis de consciência pós-convencional, mundicêntrico e global o que faria com que eles se voltassem naturalmente para a conservação deste planeta.” Ken Wilber in Psicologia Integral
Analisando a frase de Ken Wilber, não podemos deixar de considerar o fato que uma urgente reavaliação do nosso sistema de crenças se faz necessário. A relação do homem com a Terra é baseada em estágios primitivos do nosso desenvolvimento.
A necessidade de sobrevivência das sociedades primitivas talvez esteja ainda muito presente nas sombras do inconsciente coletivo. Crenças primitivas sobre competição e sobrevivência – mesmo maquiadas e vendidas como “modernas” pela literatura política e econômica – alimentam um ciclo de opressão, pobreza, guerras e depredação ambiental.
Na base da crise ecológica está uma crise de valores e de significados. Mas o ponto de mutação entre uma visão individualista e uma visão sistêmica é a mudança de estágio conscencial do homem. A nossa sobrevivência como espécie depende disso.
Talvez seja esse o maior desafio da nossa geração. Migrar do modelo “nós e eles” (que na maioria das vezes quer dizer “nós contra eles”), para um modelo mais inclusivo, que aceite e respeite a diversidade. Um “nós” que realmente inclua “todos nós”. Porque na verdade estamos todos no mesmo barco, e nenhum barco afunda pela metade.
Ainda citando Ken Wilber:
“Se analisarmos o desenvolvimento moral, por exemplo, constatamos que o bebê, ao nascer, ainda não se socializou com a ética e as convenções culturais; isso se chama estágio pré-convencional, ou egocêntrico, porque a percepção do bebê é amplamente auto-absorvida. Mas a medida que ele começa a aprender as regras e normas da nossa cultura, passa ao estágio convencional de padrões, também conhecido como etnocêntrico, porque está centrado no grupo, tribo, clã ou nação específicos da criança, e portanto costuma excluir aqueles que não pertencem ao grupo.
Contudo, na próxima etapa importante do desenvolvimento moral, a etapa pós-convencional, a identidade do individuo se expande novamente, dessa vez para incluir o cuidado e a preocupação com todas as pessoas, seja qual for a raça, a cor, o sexo ou o credo e, por isso, essa etapa também recebe o nome de globocêntrica.
Assim, o desenvolvimento moral costuma passar do “eu” (egocêntrico) ao “nós” (etnocêntrico) até “todos nós” (globocêntrico) – um bom exemplo do desenvolvimento dos estágios de consciência". KEN WILBER in Espiritualidade Integral – Editora Aleph
SUSTENTABILIDADE EMOCIONAL
Em relação à crise ambiental, a realidade na qual estamos mergulhados não foi criada por nenhuma divindade, não faz parte de nenhuma “profecia apocalíptica” como querem crer ingenuamente alguns. Ela é o resultado das nossas escolhas individuais, baseadas em um sistema de crenças e de valores que não se sustenta mais.
A cultura ocidental na qual estamos imersos, é uma cultura narcísica que tem dificuldades em perceber o “outro”. Principalmente pelo fato de que “perceber o outro” suscita em RESPONSABILIDADE. E responsabilidade ou “a capacidade de dar resposta” está intrinsecamente ligada ao “RESPEITO” (do latim respicere - que significa olhar para).
Falta responsabilidade nas nossas relações com o meio ambiente e com os nossos semelhantes. E onde falta responsabilidade, falta ética.
Quando se fala da necessidade de um modelo econômico sustentável, não se pode deixar de salientar que a relação destrutiva do homem com a natureza é um reflexo da relação do homem consigo mesmo e com seus semelhantes.
Para que ocorra uma mudança coletiva consistente faz-se necessária uma verdadeira revolução interior dentro de cada um de nós.
É ilusório crer que esse processo vá acontecer apenas baseado em diretrizes externas (governos, ong´s ou o vizinho do lado) ou através de uma militância ambientalista romântica, que desconsidera a cruel realidade social dos paises pobres.
A construção de um modelo sócio-econômico sustentável, passa pela “ecologia interior”. Pela construção de valores internos sustentáveis.
Como dizia Confúcio há milênios atrás: “Para mudar o mundo, muda primeiro a ti mesmo”.
E para mudar é necessário conhecer. O famoso “Conhece-te a ti mesmo!” Melhor seria afirmar: “Conhece-te a ti mesmo para curar a Mãe Terra, que padece pelos desmandos interiores dos seus filhos!”
A busca pelo autoconhecimento, um mergulho na profundidade de quem somos, pode trazer a tona a percepção de que o caminho para a nossa felicidade não passa necessariamente pelo cartão de credito, como o Deus Mercado quer nos fazer acreditar.
No processo de autoconhecimento podemos ser surpreendidos pela aquisição de uma nova consciência, ao redescobrir valores que transcendem a esse materialismo imediatista e consumista que na verdade “nos consome”.
Como bem colocou Hazel Henderson – uma economista moderna com idéias revolucionárias (nada agradáveis ao mercado, é claro!):
“É a consciência de que muitas das coisas boas, que tornam as pessoas felizes e melhores, não são bens que possam ser comprados e vendidos: são valores, atitudes, sensibilidades e emoções que não têm preço, mas que valem muito. E são “coisas” que não acabam conforme as “consumimos”: pelo contrário, surgem e se multiplicam na medida em que as percebemos e praticamos".
Gaia, o nosso planeta Terra, acolhe, nutre e sustenta múltiplas espécies. Nós seres humanos somos uma delas.
Em um dos seus textos Leonardo Boff nos relembra que a palavra “humano” tem a origem filológica na palavra “húmus” – que significa terra boa e fértil.
Sejamos então cada um de nós, a terra boa e fértil onde a semente de uma nova consciência planetária possa germinar e frutificar.
*Este texto é o resumo da palestra proferida pela Prof. Irene Carmo Pimenta (irenecarmopimenta null@null hotmail NULL.com) no II Encontro de Psicologia Transpessoal na cidade de Campinas - São Paulo, em Outubro de 2007.
**Dedico esse texto a todos aqueles que mesmo anonimamente, trabalham pela construção de uma nova consciência planetária. Que ética, responsabilidade, justiça social, amor, paz e fraternidade não sejam apenas sonhos utópicos de alguns, mas a realidade de muitos, quiçá de todos.
Leia mais textos da autora em www.somostodosum.com.br/irenecarmopimenta (http://www NULL.somostodosum NULL.com NULL.br/irenecarmopimenta) e http://www.oficinadeconsciencia.com.br/artigos.htm (http://www NULL.oficinadeconsciencia NULL.com NULL.br/artigos NULL.htm)
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